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| Será que é o destino? |
- Ai gente ele foi tão fofo. - disse enquanto conversava com Mel e Carol,enquanto íamos para casa. Tinha ficado boba com o jeito gentil de Alex.
- Ah mas como é bobinha. Ele só recolheu seus livros. - disse Mel revirando os olhos para mim, ela me achava boba, mas só eu sei o quanto minhas mãos tremiam naquele breve momento
- Tudo bem, deixa irei zoar você fica toda derretida quando você fala do Maurício.
- O Maurício é quase meu namorado, normal eu ficar assim tá. - disse me mostrando língua
-Deixa eu curti o momento, foi inesperado ele me ajudando, é um sinal pra eu ir alem nos meus planos. - disse já ficando um pouco irritada sabia que Mel não me entendia como Carol.
Pois é todo mundo me acha sonhadora ao extremo, dizendo que eu era boba por ficar sonhando com príncipes encantado. Era errado sonhar? Mas sinceramente não me importava com o que diziam eu queria viver aquele sonho e iria vive-lo.
Depois da escola segui para minha aula de piano, ansiosa para trocar de modulo e poder participar do festival no final do ano.
Errei algumas coisa mas consegui passar, fiquei feliz a tempos que eu tento me apresentar no festival, não vejo a hora de estar em cima do palco e poder mostrar a todos meus talentos, por a musica é tudo em minha vida.
Estava voltando para casa distraída olhando para a quadra da pracinha,para ver se eu via Alex de novo jogando bola, ele era tão bom por isso jogava no time da escola.
Estava que nem idiota olhando para a quadra que nem vi quando dei um encontrão com alguém que vinha na mesma direção que eu bem distraidamente.
- Ai! - exclamei no chão pelo tamanho do impacto, também a pessoa era duas vezes maior que eu. Por isso sempre acontecia comigo.
- Desculpe-me, foi sem querer. - disse a pessoa em cima de mim,tampando o sol em meu rosto,vizualizando quem estava bem perto de mim. E por incrível que pareça dessa vez não era o idiota do skate. - Ei você é a menina dos livros que eu ajudei hoje na escola!
Pois é Alex estava bem em cima de mim, me ajudando novamente isso só podia ser um sonho.
- È olá de novo. - disse corando sem querer.
- Venha deixe-me ajuda-la a levantar-se. - disse ele segurando em minha mao e me levantando, sim aquilo era real, seu toque firme me puxando não poderia ser um sonho.
- Obrigada, estava tão distraída que nem o vi na minha frente. - disse como desculpa
- Eu também não a vi, parece que hoje foi o nosso dia em duas as vezes nossos caminhos se cruzando que coisa. - você nem imagina querido,se depender de mim irei cruzar o teu caminho todo dia. - Alias me chamo Alex.
- Eu sei, quem não conhece o melhor jogador do time da escola - ele riu sem graça como se fosse tímido achei uma graça. - Eu sou Amanda.
Quando ele ia dizer algo meu telefone tocou era minha mae,tinha que ser né para atrapalhar o meu momento com o meu príncipe. Pedi licença e atendi poderia ser importante.
- Fala mãe, já estou indo pra casa. - disse baixo para que Alex não pensasse que minha mae controlava minha vida, por mais que fosse verdade.
- Oi maluquinha aqui é o Fernando seu vizinho... - tomei um choque ao ouvir aquela voz perseguidora
- Por que você esta me ligando? E por quê esta com o telefone de minha mae? Pare de gracinhas que eu desligo! - disse completamente irritada aquele garoto era um mala.
- Ei esquentadinha, não desligue,é importante, estou te ligando pra avisar que estou com sua mae no pronto socorro perto de sua cas...
- O que aconteceu com minha mae? - gritei chamando a atenção de Alex
- Olha eu não sei muito bem, ela passou mau algo assim e estava sozinha em casa, minha mae esta com ela e pediu para avisa-la,pode avisar ao seu pai?
- Posso eu estou indo pra ai.
-Te esperarei na recepção. - desliguei o telefone já desesperada para saber noticias de minha mãe.
- Aconteceu algo? - perguntou Alex preocupado
- È minha mae esta gravida e parece que passou mal,tenho que avisar meu pai e seguir para lá. - disse aflita
- Onde é o hospital?
- È o pronto socorro mais próximo. Mas nem sei como chegar lá direito.
- Tudo bem eu sei eu te acompanho.
- Serio,nossa estará me ajudando e muito. - disse sorrindo um pouco de gratidão.
- Não agradeça não posso te deixar na mão - disse ele me puxando para pegar um táxis, eu seria grata a ele por muito tempo.

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