domingo, 1 de maio de 2011

Um beijo - Epilogo

Eu sei que apartir dese momento eu vou desejar que você esteja sempre ao meu lado...
Dois meses se passaram, e muita coisa havia mudado. Bom minha irmanzinha havia nascido, ela é linda chama-se Maria Clara. Para minha alegria ela quase não chorava de madrugada, era quieta que nem a irmã. O melhor é que ela sempre fica calma quanto eu tocoa piano pra ela dormir. Mas Fernando acreditava que quando ficasse mais velha ela iria ouvir muito rock in roll e aprenderia a tocar bateria e claro ele estaria lá para ensina-la. Meu pais depois depois do susto ao me verem ficando com Fernando na varanda aceitaram bem, já estavam se acostumando com as idas deles em casa, mas sempre vigiando.
Na outra semana, depois de ter ficado com Fernando, Alex havia me mandado um recado se desculpando dizendo que gostava de mim, mas as meninas disseram que ele só estava com medo de que contasse alguma coisa para a namorada chifruda dele.Mas era mesmo por que quando ele passava por mim no corredor da escola;ou quando me via passando enquanto engolia alguma garota; ele sempre desviava o olhar. Eu não podia fazer nada sei que ele não iria mudar,  depois que você conhece a verdadeira face das pessoas, você percebe o quanto explicito é o que elas são. Só não via quem não queria o quão cafajeste ele era. Graças a Deus eu tinha boas amigas para me aconselhar. Até Melissa que por mais sincera que fosse era uma ótima conselheira, tinha me acostumado com seu jeito direto se ser e nos dávamos super bem.
No final do ano, eu e Fernando faríamos uma parceria no festival, nós iríamos tocar juntos a nossa musica. A proposta tinha sido dele e claro que eu havia aceitado. Eu havia trazido o dom dele tocar piano, passamos horas só os dois tocando.
Nossa relação era tão simples, ele havia tirado meu medo de andar de skate as por enquanto eu só andava no plano, não queria me machucar. Brigávamos ainda, mas por motivos de casais, como por exemplo meu ciume pelas amigas dele, mas sempre acabavamos  fazendo as pazes. Ele me chamava de maluqinha eu o chamava de idiota ele me abraçava e me beijava e tudo ficava bem.
Estávamos deitados na grama do seu quintal, comemorando nossos três meses juntos. Depois de ganhar um filhote lindo de labrador, por que diz Fernando que depois de minha irmã eu estava muito carente e ciumenta.
- Só não vai se esquecer de mim viu, ame o cachorro mas continue me amando. - disse ele enquanto eu brincava com o bolinha o mais novo membro da família.
- Quem disse que eu te amo hein? - perguntei brincando
- Eu sei dissodesde o primeiro dia que a gente se trombou.
- Ah é, sai de cima o que é isso não olha para onde não seu idiota? - falei repetindo as mesmas coisa que eu disse quando a gente se viu pela primeira vez.
- Mas eu pedi pra sair da frente...- continuou ele
- Poderia me ajudar a levantar né seu imbecil
- Com tanto elogios deveria ficar no chão. - quando ele disse aquele ultima frase não aguentamos e morremos de rir, estava mais que comprovado que nos odiamos quando a gente se viu pela primeira vez.
- Tudo bem admito, não sabia disse desde o nosso primeiro encontro, mas agora eu tenho certeza que você me ama, por que eu também de amo. - disse ele me puxando para ficar em cima dela para me beijar. Passariam anos e eu não me acostumaria com o frio no estômago que dava quando ele me beijava.
- Você esta certo, eu te amo meu imperfeito mais perfeito idiota do skate. - disse rindo da cara que ele fez.
- Por isso você é minha maluqinha- disse voltando a me beijar
E nosso contos de fadas real era totalmente imperfeito e isso era o que dava graça as coisas.
 FIM

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